Parque da Paz, Almada - excelente exemplo de como poderia ser feita a recuperação da pedreira de Colaride.




 

Apesar de não estar equipado, Colaride constitui já hoje um importante espaço de evasão para praticantes de desportos como o jogging, BTT, manutenção, etc, que procuram ali um espaço de liberdade e aventura.

Embora descuidadas, as oliveiras e o montado de sobro atestam o potencial florestal inexplorado. E nem falta a água, responsável pelas formação das grutas de Colaride, onde se encontra a maior formação cársica do Distrito de Lisboa.







Por aqui ficaram inúmeros vestígios que testemunham as caçadas e reuniões de clã dos primeiros homens - os caçadores-recolectores do Paleolítico.

Planalto fértil, Colaride seduziu também os Romanos que aqui edificaram uma "villa" senhorial. Colaride oferece ainda as ruínas dum casal agrícola medieval com grande parte das estruturas ainda em condições de serem museolizadas.

Há 40 anos, os produtos hortícolas do Casal de Colaride abasteciam os mercados de Lisboa e eram ali criados touros para as corridas do Campo Pequeno. Hoje ainda lá existe uma quinta a funcionar.

Colaride é assim, um retrato raro do que foi esta Região. Um local a preservar, representativo da nossa identidade.



 
 

Antevisão do Parque




Arq. Gonçalo Ribeiro Telles

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Projecto Parque de Colaride - Associação Olho Vivo